Realmente somos um país muito à frente.
Até o Presidente tem um canal no Youtube, onde podemos consultar as suas declarações oficiais.
Reflexão Opinião Debate
Realmente somos um país muito à frente.
Até o Presidente tem um canal no Youtube, onde podemos consultar as suas declarações oficiais.
Foi exactamente há oito anos a primeira emissão da SIC NOTÍCIAS.
Desde então o canal de informação da SIC está na frente dos canais por cabo, é o canal informativo mais visto pelos portugueses e nem a restruturação da RTPN abalaram este números impressionantes.
Parabéns e Obrigado!
Continuação de bom trabalho!
O PSD irá apresentar uma queixa contra o PS à Entidade Reguladora para a Comunicação Social. A polémica surge após o «Correio da Manhã» ter denunciado os acontecimentos de dia 12 de Dezembro. Segundo o mesmo jornal, Ana Jorge terá reagido a uma pergunta de uma jornalista da RTP dizendo que a pergunta não se encontrava dentro do tema combinado, ainda para mais vindo de uma jornalista da RTP.
A oposição considerou as declarações da ministra muito graves, mas o PS rejeitou a ida da ministra ao parlamento para clarificar o assunto. Os deputados do PSD consideraram que o partido socialista tem medo do que Ana Jorge possa dizer.
Aproveitando a polémica, o PSD já afirmou que também poderá apresentar queixa contra a Agência Lusa. Parece que aos olhos dos sociais-democratas, a agência de informação não tem agido em conformidade com a liberdade de informação.
Toda esta polémica reforça a tese de conspiração que envolve a comunicação social e o governo.
De facto, é visível o bom entendimento entre jornalistas e governo, no entanto, parece-me forçada a ideia de uma conspiração contra o PSD ou contra a oposição em favor do governo. É verdade que estamos em crise, e os media não escapam a esta. É verdade que as redacções precisão do apoio do governo para conseguirem sobreviver. Mesmo assim parece-me forçada toda esta cabala que envolve governo e jornalistas.
Quero acreditar que tal não passa de imaginação e frustração da oposição. Tenho de acreditar nisto. Não posso crer que em Portugal a censura ainda exista.

“Se és estudante de Jornalismo e Comunicação este prémio é para ti. Para participares tens de apresentar uma reportagem em formato de Televisão, Rádio, Imprensa, Multimédia ou Fotografia.”
retirado do blog: www.pnju.org
Uma iniciativa que fazia falta ao ensino superior português.
Uma iniciativa que tem tudo para vingar e atingir os seus fins.
Parabéns aos organizadores e idealizadores desta fantástica iniciativa.
Bem hajam!
Consulte toda a informação sobre este projecto em:
Na última edição do programa “Clube de Jornalistas” vários especialistas – jornalistas, professores e ex-jornalistas – afirmaram que os colunistas estão a “roubar” o emprego aos jornalistas.
A teoria não é recente, há muito que alguns jornalistas se têm insurgido contra a preponderância que os colunistas têm ganho dentro das redacções.
O que está em causa não é a qualidade do trabalho dos colunistas, mas sim o facto de estes saírem mais baratos às redacções - os colunistas só recebem pelo que produzem. Esta situação, segundo os especialistas presentes no programa, tem levado a que vários jornalistas tenham perdido o emprego ou a que outros não consigam arranjá-lo.
Os convidados do programa recordaram a época em que eram os próprios jornalistas que escreviam as crónicas de opinião, servindo este exemplo para explicar e contrastar a realidade das redacções de agora e de antigamente.
De facto, este exemplo prova que as redacções estão cada vez mais vazias, contrastando com a quantidade de colunistas que assumem funções dentro dos jornais portugueses. No entanto, a sociedade de hoje é diferente da sociedade de há vinte anos. E tal como a sociedade, também o jornalismo e as redacções tiveram de evoluir.
Na minha opinião este confronto não tem razão de ser. Pelo contrário. Esta situação só prova que o jornalismo em Portugal tem evoluído. Hoje, a maioria dos jornalistas já tem um curso de jornalismo, antigamente qualquer licenciado era jornalista. Hoje, temos um jornalismo, cada vez mais, especificado. Hoje, o jornalista sabe e percebe que compete-lhe contar, reportar histórias de uma forma parcial e objectiva, algo que não é compatível com os artigos de opinião. Hoje, os jornalistas percebem que os colunistas não fazem jornalismo, mas opinião.
Não sou fundamentalista em relação a esta questão. Consigo perceber e até apoio o jornalismo de opinião. Porém, não concordo que tal seja regra, mas sim excepção. Os jornalistas devem reportar os factos, a opinião deve ser usada apenas em casos muito específicos.
11 Dezembro 2008 – 00h30
ERC faz participação de dirigentes portistas
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) participou ao Ministério Público a atitude dos dirigentes do clube azul-e-branco, tida como discriminatória e passível de responsabilidade penal, por ter vedado o acesso de dois jornalistas do Correio da Manhã a conferências de imprensa abertas aos restantes órgãos de informação.
A atitude dos dirigentes do FC Porto remonta aos primeiros dias de Abril, na fase quente da polémica à volta do ‘Apito Dourado’. Sem dar qualquer explicação, os seguranças do clube impediram os jornalistas do CM de entrarem nas instalações do FC Porto.
A ERC diz que é preciso apurar ‘a responsabilidade penal dos agentes envolvidos’, já que cabe à entidade ‘o dever de assegurar o livre exercício do direito à informação e a liberdade de imprensa e de garantir o respeito pelos direitos, liberdades e garantias’.
“O futuro dos jornais e das hemerotecas na era digital” é o tema do debate que, no âmbito das comemorações do seu 25º aniversário, o Clube de Jornalistas, em colaboração com a Hemeroteca de Lisboa, realiza na próxima 5ª feira, dia 4 de Dezembro, com início às 18 horas, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal de S. Luis.
Três convidados – José Luís Garcia (investigador e sociólogo), Álvaro de Matos (historiador e director da Hemeroteca) e Vítor Malheiros (jornalista do “Público”) apresentarão de início três pequenas comunicações, seguindo-se o debate com a assistência. Ribeiro Cardoso, do Clube de Jornalistas, é o moderador.
Também no dia 4 será inaugurada na Hemeroteca Municipal de Lisboa uma pequena mostra da história e das actividades do Clube de Jornalista, que estará patente ao público até final do mês.
(cortesia: Clube de Jornalistas)
Um video revelador da brutal evolução tecnologica a que assistimos nos nossos dias.
“Quinzenalmente, Ana Lourenço entrevista personalidades do mundo da política, cultura e economia. Dia D, essencialmente, um espaço de Diálogo.” retirado do site da SIC
Quanto a mim, este é um dos poucos programas informativos de excelência em Portugal. As noites de terça-feira, sempre que o tempo e a vida o permitem, repetem-se. Ligo a televisão na SIC Notícias e durante uma hora colo-me ao ecrã cá de casa. Sozinho ou acompanhado, este é um ritual habitual.
Ana Lourenço (jornalista) conduz o programa como poucos jornalistas o fazem. Se tradicionalmente assistimos a entrevistas onde o jornalista, numa postura ofensiva, acusa o entrevistado com perguntas que põem em causa o seu trabalho; em Dia D Ana Lourenço, numa atitude séria e profissional, consegue estabelecer com o/s seu/s convidado/s um verdadeiro diálogo. Resultado: respostas sinceras, conversas fluidas, convidado e público satisfeitos.
Já passaram por este programa políticos como: Durão Barroso (presidente da C.Europeia), Leonor Beleza (ex-ministra da saúde) , Santana Lopes (ex-líder do PSD), Manuela Ferreira Leite (presidente do PSD), Pedro Silva Pereira (ministro da presidência); os humoristas do momento: os Gatos Fedorento; ou ainda Miguel Urbano Rodrigues (jornalista e um dos maiores pensadores de esquerda portugueses).
Se nunca teve a oportunidade de assistir a este programa pode consultar algumas entrevistas no site oficial da SIC http://sic.aeiou.pt/online/noticias/programas/diad/Video/